terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Veterinario de Cavalos

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Bem-vindo ao EquineVet!




Meu nome é Dr.Hans-Erich Weiss ,

Ofereço meus serviços como veterinário profissional e especialista em micro-biologia, com minha experiência atuando nesse ramo há mais de 35 anos!

Meu site na internet é útil tanto para colegas de profissão, quanto para donos de cavalos ou haras!

Como você deve ter ouvido, as bactérias ficam mais e mais resistêntes contra os anti-bióticos, assim que auto-vacinas definitivamente são uma alternativa considerável no tratamento de infecções.

Então veja nas páginas seguintes mais informações a respeito!
Lista das minhas Publicações e Patentes
H.-E.Weiss - Veterinário



Vacinas Autógenas (Garanhões/Éguas/Potros)

Este site disponibiliza informações para veterinarios, criadores, donos de animais e haras sobre vacinas autógenas (auto-vacinas, vacinas para manadas, etc.) para o tratamento de doencas infecciosas em cavalos (por exp.: bronco-pneumonia, metrite, outras).

Introdução em vacinas autogenas / autovacinas:
O tratamento de doencas infecciosas tem uma longa tradição na medicina veterinária. Ao contrario dos antibióticos, que atacam o micro-organismo direitamente, vacinas autógenas ajudam o sistema imunológico do animal afetado a combater os germes. Assim a autovacinacao é um método de adaptar o organismo do animal infectado através de aplicações de um agente adaptado (a vacina autogena).

Vacinas autogenas podem ser usadas tanto para profilaxia quanto para o tratamento de doenças existentes:
Somente é necessário que os germes sejam enviados : como biopsia ou numa amostra de pus, fezes, etc. O modo de aplicação pode variar : peroral, intra-nasal, intravaginal e subcutâneo são possíveis, dependendo da doença a ser tratada.


Doenças Infecciosas de Cavalos

Cavalos podem ser expostos a uma ampla variedade de germes patógenos. Embora na maioria dos casos o tratamento com medicamentos antimicróbios traz alívio ao animal infectado, existe em outros casos a possibilidade da falha da terapia com antibióticos. Erros de tratamento e repetidas terapias podem danificar o animal, enfraquecê-lo e causar tanto o desenvolvimento de resistências à antibióticos, quanto o de doenças crônicas. Infecções do aparelho reprodutor podem causar esterilidade passageira ou crônica que precisam de tratamentos caros.


Autovacinas como Alternativa

Em um artigo de 2004 publicado numa revista alemã de veterinários mostrei dados da eficiência das autovacinas a respeito do tratamento das vias respiratórias em cavalos. Esses dados mostram, que tentativas de controlar infecções com antibióticas não deram o resultado desejado, embora o estimulo de imunidade autógeno através de autovacinas promete ser uma alternativa extremamente sucedida.

Resultados similares podiam ser constatados no tratamento de metrites. (H.-E.Weiss et al,2007).

Mangalarga Paulista Criadores JUNQUEIRA.


                         Mangalarga

Mangalarga Mangalarga, Blog de cavalos Mangalarga da Região de Orlândia. Linhagem Sheik. Selecionados por Geraldo Diniz Junqueira e Filhos. Marca : GJ , Mangalarga , FM Estiva , do Soturno , FDJ ,da Santaninha e do Sheik. Fazendas: Boa esperança , Santana da Estiva , São Simão da Junqueira ,Santa Rita , Santana do Rio Pardo e Yporã

Mangalarga paulista

A raça “Mangalarga” é uma raça de cavalo de sela brasileiro que se desenvolveu no Brasil a partir dos cavalos trazidos de Portugal.
Acredita-se que quando Napoleão Bonaparte invadiu Portugal, obrigou Dom João VI a se mudar com a corte para o Brasil, trazendo seus melhores espécimes da raça Álter da Coudelaria Real de Álter do Chão.
Dentre os cavalos da Coudelaria teria o Gabriel Francisco Junqueira (“Barão de Alfenas”) recebido de presente do Príncipe Regente D. João VI um cavalo Álter, que passou a usar como garanhão em suas éguas, onde os resultados destes acasalamentos constituíram animais formadores da Raça Mangalarga.
Posteriormente, a família Junqueira se mudou de Minas Gerais para o Estado de São Paulo, trazendo consigo estes cavalos que logo contagiaram os Paulistas, que o adotaram e a disseminaram por todo o Estado de São Paulo e Estados vizinhos
Contudo, devida a diferença topográfica e cultural da região que exigia do cavalo mais resistência e facilidade de galope, iniciou-se uma nova seleção em outra direção e, devido a isso, o Mangalarga é comumente denominado “mangalarga paulista”, para evitar que se confunda com o mangalarga marchador.
O seu andamento intermediário típico é denominado marcha trotada, que tem apoios bipedal de dois tempos com tempo mínimo de suspensão sem perder a comodidade, enquanto o mangalarga marchador pode apresentar a marcha batida ou a marcha picada.


GUILHERME JUNQUEIRA.