Mangalarga
Mangalarga Mangalarga, Blog de cavalos Mangalarga da Região de Orlândia. Linhagem Sheik. Selecionados por Geraldo Diniz Junqueira e Filhos. Marca : GJ , Mangalarga , FM Estiva , do Soturno , FDJ ,da Santaninha e do Sheik. Fazendas: Boa esperança , Santana da Estiva , São Simão da Junqueira ,Santa Rita , Santana do Rio Pardo e Yporã
Mangalarga paulista
A raça “Mangalarga” é uma raça de cavalo de sela brasileiro que se desenvolveu no Brasil a partir dos cavalos trazidos de Portugal.
Acredita-se que quando Napoleão Bonaparte invadiu Portugal, obrigou Dom João VI a se mudar com a corte para o Brasil, trazendo seus melhores espécimes da raça Álter da Coudelaria Real de Álter do Chão.
Dentre os cavalos da Coudelaria teria o Gabriel Francisco Junqueira (“Barão de Alfenas”) recebido de presente do Príncipe Regente D. João VI um cavalo Álter, que passou a usar como garanhão em suas éguas, onde os resultados destes acasalamentos constituíram animais formadores da Raça Mangalarga.
Posteriormente, a família Junqueira se mudou de Minas Gerais para o Estado de São Paulo, trazendo consigo estes cavalos que logo contagiaram os Paulistas, que o adotaram e a disseminaram por todo o Estado de São Paulo e Estados vizinhos
Contudo, devida a diferença topográfica e cultural da região que exigia do cavalo mais resistência e facilidade de galope, iniciou-se uma nova seleção em outra direção e, devido a isso, o Mangalarga é comumente denominado “mangalarga paulista”, para evitar que se confunda com o mangalarga marchador.
O seu andamento intermediário típico é denominado marcha trotada, que tem apoios bipedal de dois tempos com tempo mínimo de suspensão sem perder a comodidade, enquanto o mangalarga marchador pode apresentar a marcha batida ou a marcha picada.
GUILHERME JUNQUEIRA.
Acredita-se que quando Napoleão Bonaparte invadiu Portugal, obrigou Dom João VI a se mudar com a corte para o Brasil, trazendo seus melhores espécimes da raça Álter da Coudelaria Real de Álter do Chão.
Dentre os cavalos da Coudelaria teria o Gabriel Francisco Junqueira (“Barão de Alfenas”) recebido de presente do Príncipe Regente D. João VI um cavalo Álter, que passou a usar como garanhão em suas éguas, onde os resultados destes acasalamentos constituíram animais formadores da Raça Mangalarga.
Posteriormente, a família Junqueira se mudou de Minas Gerais para o Estado de São Paulo, trazendo consigo estes cavalos que logo contagiaram os Paulistas, que o adotaram e a disseminaram por todo o Estado de São Paulo e Estados vizinhos
Contudo, devida a diferença topográfica e cultural da região que exigia do cavalo mais resistência e facilidade de galope, iniciou-se uma nova seleção em outra direção e, devido a isso, o Mangalarga é comumente denominado “mangalarga paulista”, para evitar que se confunda com o mangalarga marchador.
O seu andamento intermediário típico é denominado marcha trotada, que tem apoios bipedal de dois tempos com tempo mínimo de suspensão sem perder a comodidade, enquanto o mangalarga marchador pode apresentar a marcha batida ou a marcha picada.
GUILHERME JUNQUEIRA.


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